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PROJETO REGULA COMPETÊNCIA PARA COBRANÇA DO
IMPOSTO SOBRE HERANÇA
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Hoje esse imposto é cobrado por estados e pelo
Distrito Federal, mas sem uma regra única.
A Câmara analisa o Projeto de Lei Complementar 363/13, da deputada
Erika Kokay (PT-DF), que regula a competência para a instituição e cobrança
do imposto sobre transmissão causa mortis - o imposto devido no caso de
herança - e doação de bens ou direitos (ITCD).
A Constituição prevê que compete aos estados e ao Distrito Federal
instituir impostos sobre a transmissão causa mortis e doação de bens e
direitos. Segundo o texto constitucional, esse imposto terá competência para
sua instituição regulada por lei complementar. Kokay argumenta que, passados
25 anos da promulgação da Constituição, a lei não foi editada.
"Pode-se alegar que a lei, se não for supérflua, não seria tão
premente, tanto que em 25 aparentemente não chegou a fazer muita falta, já
que os Estados e o Distrito Federal (DF) podem exercer a competência plena,
na ausência de lei complementar", afirma a deputada. "Mas a lacuna
permanece e seu suprimento é de toda conveniência para uniformizar o
tratamento da questão em nível nacional", complementa.
Regras
De acordo com o texto, a competência para a instituição e cobrança do
ITCD será exercida nos seguintes termos:
- relativamente a bens imóveis e respectivos direitos, pelo estado da
situação do bem, ou o DF;
- relativamente a bens móveis, títulos e créditos, pelo estado onde se
processar o inventário ou arrolamento (procedimento simplificado do inventário
e partilha), ou tiver domicílio o doador, ou o DF.
Nos casos em que houver conexão com o exterior, a competência será
exercida:
- pelo estado onde for domiciliado ou residir o donatário, se o doador
tiver domicílio no exterior, ou o DF;
- pelo estado onde tiver domicílio ou residir o herdeiro, se o
falecido (dono da herança) tiver seu inventário ou arrolamento processado no
exterior, ou o DF;
- pelo estado onde se processar o inventário ou arrolamento, se o
falecido possuía bens, era residente ou domiciliado no exterior, ou o DF.
Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e
de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário.
Íntegra da proposta:
ï‚§ PLP-363/2013
Fonte: Agência Câmara - Via: http://www.sescon.org.br/
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FECHAR CICLOS, FECHAR PORTAS, ENCERRAR CAPÍTULOS: O IMPORTANTE É FECHA-LOS E SEGUIR EM FRENTE… É preciso aceitar quando uma etapa da vida termina. Se você insistir em permanecer nela, poderá perder a alegria e o sentido de viver. Chame como quiser: fechar ciclos, fechar portas, encerrar capítulos; o importante é fechá-los e seguir em frente. Não podemos viver o presente pensando no passado e nem ficar o tempo todo nos perguntando: “Porque isso aconteceu comigo”? Não podemos ser crianças ou adolescentes eternamente, nem funcionários de empresas inexistentes ou ter vínculos com pessoas que não gostam de nós. Os problemas acontecem e devemos deixá-los ir! Um dia, de repente, um sentimento de nostalgia lhe invade e você se lembra de todo o tempo perdido, os minutos desperdiçados que não voltam mais. Entenda que o tempo é o nosso bem mais valioso; o tempo é vida. É normal lembrar do passado; o que é prejudicial é viver com as feridas emocionais abertas. São elas que nos impedem d...
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